Médico de Michael Jackson mentiu sobre remédio que matou o cantor
O médico Conrad Murray, que cuidava de Michael Jackson antes da morte do cantor, pode ter sua situação com a justiça complicada por causa de uma suposta mentira.
De acordo com Murray, a dose do medicamento propofol injetada em
Michael foi de apenas 2,5 mililitros. A informação foi contestada pelo
anestesista John Dombrowski, membro da sociedade americana de
anestesistas. Dombrowski afirma que a quantia de 2,5ml não seria
suficiente nem para fazer Michael dormir, ainda menos matar o astro
pop. As informações são do site americano TMZ.
O resultado da autópsia de Michael Jackson também complica Conrad
Murray. Segundo os legistas a quantidade de propofol encontrada no
corpo de Michael era suficiente para uma anestesia geral para uma
cirurgia grave.
Conrad aguarda seu jugalmento em liberdade depois de ter pagado fiança após sua acusação formal em fevereiro.
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